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March, 2008 Femme«toute la femme a besoin de trois hommes: un pour l'aventure et le rigolage, un pour la conversation et un pour le sexe.»
March, 2008 é para saúde? não? então é ao lado!
Era uma vez um lindo canteirinho à beira mar plantado onde reinava a ignorância e a pouca vontade de saber, onde a aparência era ainda bem mais do que o ser. Para os governantes importava mostrar ao mundo uma baixa taxa de iliteracia e uma alta taxa de licenciados, fosse a que custo fosse. Por isso passavam o tempo a guerrear os professores e a criar leis facilitistas, sem se preocuparem em criar condições para um bom sistema de ensino, justo e, acima de tudo, em FUNCIONAMENTO! Os papás desse lindo país preferiam assim, porque dessa forma todos os seus lindos filhinhos poderiam em breve ser (todos!) senhores doutores!
Foi neste contexto que, por boato, se ouviu falar em «pré-requisitos»! O único documento informativo estava afixado numa zona da escola à qual, por incrível que pareça, os alunos não têm acesso (sim, refiro-me à portaria!). À falta desse, a única fonte segura seria o guia de candidatura 2008/2009, que só aparece por aí em meados de…Junho? Informando de uns tais «pré-requisitos», palavra mágica, para os quais o prazo limite é Março! De guichet em guichet deparamo-nos com a triste realidade de um país do «deixa andar» em que quem tem obrigação de informar não o faz porque…também não sabe. Na secretaria a responsabilidade é lançada no Gabinete de Apoio aos Exames e ao Acesso ao Ensino Superior (ou com qualquer outro nome que nada invalida na sua função). E é aqui que começa o mais caricato! Qual é o prazo para as matrículas? Prazo? Hmmm..Não sei, mas olhe que é capaz de ser…. E os pré-requisitos? Onde me devo dirigir? Ora pré-requisitos…então…se é para Saúde… Não, não é para saúde… Se é para Saúde é só ir ali ao sítio tal… Não é para saúde! Ai não é? Ah bom…então não sei, tem que falar com a própria Faculdade. A «própria» faculdade diz que não sabe de nada e encaminha novamente para o GAEAES que por sua vez encaminha para os papéis que apenas nos dizem o que já sabemos. Papéis esses que nos encaminham para a deliberação Y que, diga-se de passagem, simplifica bastante a situação, informando que «atestados médicos é no acto de matrícula». Porém essa mesma deliberação encaminha para umas tantas outras deliberações e anexos, tudo menos claros. E ninguém nos dá a informação de que realmente precisamos! Na instituição de ensino superior mais próxima, onde nos deveríamos dirigir se, por acaso, pretendêssemos seguir SAÚDE a situação é idêntica, mas levada ao extremo: olhe está a ver-me? Sim não sou nenhum holograma. Eu estou aqui mas como esse papel aí na porta diz que só atendemos até às 5h00 já não a posso atender. Queria só saber sobre os pré-requisitos. Pré-requisitos? Isso agora já não é nada connosco! Então a quem me devo dirigir? É para a Saúde? Não! Ah! É que se fosse para a Saúde deveria fazer assim… Não é para a Saúde. Ai não é para a Saúde? Então afinal o que quer saber? Onde me devo dirigir! Ah quer saber que faculdades pedem pré-requisitos!! Isso está ali afixado! Contactando novamente a «própria» universidade a situação mantém-se: Ah, pré-requisitos…vou passar aos serviços académicos. (e depois de nos darem música durante 5 minutos) Boa tarde, Universidade….. Eu queria informar-me sobre os pré-requisitos. Ah! Pré-requisitos…mas olhe que isso é com os serviços académicos! (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) É que os serviços académicos fecham às 5h30.
E no final quem se vai responsabilizar quando os que não querem vir a ser os Senhores Doutores tão amados pela sociedade ficam às portas da Universidade porque ninguém os soube informar? March, 2008 girlsGirls are like apples on trees. The best ones are at the top of the tree. The boys don't want to reach for the good ones because they are afraid of falling and getting hurt. Instead, they just get the rotten apples from the ground that aren't as good, but easy. So the apples at the top think something is wrong with them, when in reality, they're amazing. They just have to wait for the right boy to come along, the one who's brave enough to climb all the way to the top of the tree. March, 2008 conflito israel - palestina por FreudFreud would not have been surprised at the continuing conflict in the Middle East. He predicted as much 70 years ago.
We can predict Freud's response because of a letter he wrote to Dr. Chaim Koffler in 1930. In February 1930 Freud was asked, as a distinguished Jew, to contribute to a petition condemning Arab riots of 1929, in which over a hundred Jewish settlers were killed. This was his reply: Letter to the Keren Hajessod (Dr. Chaim Koffler) Vienna: 26 February 1930 Dear Sir, I cannot do as you wish. I am unable to overcome my aversion to burdening the public with my name, and even the present critical time does not seem to me to warrant it. Whoever wants to influence the masses must give them something rousing and inflammatory and my sober judgement of Zionism does not permit this. I certainly sympathise with its goals, am proud of our University in Jerusalem and am delighted with our settlement's prosperity. But, on the other hand, I do not think that Palestine could ever become a Jewish state, nor that the Christian and Islamic worlds would ever be prepared to have their holy places under Jewish care. It would have seemed more sensible to me to establish a Jewish homeland on a less historically-burdened land. But I know that such a rational viewpoint would never have gained the enthusiasm of the masses and the financial support of the wealthy. I concede with sorrow that the baseless fanaticism of our people is in part to be blamed for the awakening of Arab distrust. I can raise no sympathy at all for the misdirected piety which transforms a piece of a Herodian wall into a national relic, thereby offending the feelings of the natives. Now judge for yourself whether I, with such a critical point of view, am the right person to come forward as the solace of a people deluded by unjustified hope. Your obediant servant, Freud
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